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| Imagem: Internet |
Do vinho que tomava
Sobrou um resto ao fundo da taça
Não percebi
Deixei de lado, segui
Segui trilhas, viagens, caminhos
Andei longe, andei perto
Mantive as raízes bem cuidadas
E a fotossíntese se deu ali
Achei que queria rever, reviver,
Achei que o passado seria presente,
Continuei, entretanto, nas trilhas
E viagens e vivências em si
Quando a sede de vinho voltou
Vinho não tinha mais
Questionei-me da taça deixada
Era então secura e nada
Obs.:
Retomada e revisão/ampliação do poema RESTO E NADA, publicado em 11 de julho de 2010.
