segunda-feira, 24 de agosto de 2026

RESTOS DE RESTOS... E NADA

Imagem: Internet

Do vinho que tomava 
Sobrou um resto ao fundo da taça
Não percebi
Deixei de lado, segui

Segui trilhas, viagens, caminhos
Andei longe, andei perto
Mantive as raízes bem cuidadas
E a fotossíntese se deu ali

Achei que queria rever, reviver,
Achei que o passado seria presente,
Continuei, entretanto, nas trilhas
E viagens e vivências em si

Quando a sede de vinho voltou
Vinho não tinha mais
Questionei-me da taça deixada
Era então secura e nada





            Obs.:
            Retomada e revisão/ampliação do poema RESTO E NADA, publicado em 11 de julho de 2010.