domingo, 9 de setembro de 2012

Prepotência

O ser humano às vezes é humano, raramente é um ser, ainda assim domina o mundo, ou assim o pensa enquanto destrói.

Dar

Ninguém dá a mínima... muito menos a máxima.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Do cerzir

Muitas coisas ficam mal costuradas no tecido das nossas vivências, mas deveríamos entender que às vezes a tentativa do remendo resulta num cerzido mal feito que nem sempre é mesmo necessário. Aceitação seria o melhor!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Oinc!

Detesto quando minha burrice se manifesta! ... Alguém me entende?

Sons

Minha canção predileta é um conjunto tão extenso de canções que forma uma discografia completa, repleta de sons, estilos, vozes, instrumentos e momentos que me traduzem em partes.

sábado, 1 de setembro de 2012

Posse

Nós não possuímos a vida, a vida é que nos possui, nos usa e nos descartará quando bem lhe aprouver. Somos seres meramente descartáveis sem nenhuma certeza do passo seguinte ou de sua ausência.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Acertos e erros

Neste jogo de erros e acertos, que é próprio da vida, acertei em cheio no erro, levantei a cabeça e segui mancando. Há de se aprender algo, mas às vezes acho que preferiria a ignorância.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Questões


Em quantos momentos vãos
os vãos se mostram estreitos
e temos que passar
a qualquer momento?

Quantas passagens estreitas
temos que transformar
em nossos estreitos obrigatórios
de trânsito de vida?

Quantos seres temos que ser
enquanto mal mal conseguimos
ser quem somos enquanto
deixamos de ser quem gostaríamos?

Queria ser um querer realizado sempre
e sempre querer o que se realiza
para finalizar com um ad eternum
feliz e em paz para sempre!

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Fora de época


Abóboras de Halloween
Bruxas à solta
Fantasmas que se perpetuam
Nascidos na infância
Em estórias da Carochinha
Sem fadas
Salvamento distante
Em sorriso perdido
Um choro perpetuado
Sombras do além

sábado, 4 de agosto de 2012

Águas amargas

As águas amargas
que turvam o rio
turvam também
as alma daqueles
que do rio dependem

Deixa-lhes com sede,
com fome,
em desamparo,
ressecados no todo,
como que mortos 

Desaguados...