Devagar com o andor que o santo é de barro... Opa! Opa! Não é santo... Mas de barro é. Mal moldado de origem, trincou-se ao primeiro tranco. Vem sendo carregado, idolatrado, cultuado... há anos. Isso virou seita, adoração, virou crime sem perdão. Santificado, o santo, se escondeu sem santidade e nenhuma humanidade. Santo sem milagres, messias sem mensagem; mito, imagem rota de mentiras. Seita de lunáticos a segui-lo, homens bomba, cabeças de intestino a desejar outro destino... imposto. Impostor! E ao fundo, hipócrita e absurdo, tudo dito e feito em nome de "Deus". E Ele, se Ele há, se contorce de angústia e pensa, impotente, que a idolatria ao anticristo chegou.
Eu até me faço de bobo, mas não
sou; Babo um pouco, pra enganar; Finjo não saber do que sei, mas
sei; Faço cara de paisagem, mas
dentro é tormenta. Eu pareço não ver, mas vejo bem; Os olhos estão abertos, os
ouvidos atentos; Capto as indiretas, mas faço de
conta que não. Eu sei do que sumiu e quem deu
sumiço, mas finjo não saber; Há concessões e concessões, mas
uma hora elas acabam.
So far so good What is going on at this moment in your blood? So far so good What are the feelings growing up inside your thoughts? So far so strange What are the ways of living you should change?Walking on unknown roads Feeling the sun, fleeling the wind, feeling the dry Feeling the feelings you want and the ones you don't Walking in darknes without knowledge The next step is a surprise that can be good or not So far so good
I feel the feelings bubbling in my blood I feel the fear and the courage So far so good So far so bloody What the hell is going on in heaven and on earth? So far so strange (end)