Para que a vida se cumpra será preciso que ela seja comprida? Pairam dúvidas ao redor das cabeças que nisso pensam!
segunda-feira, 4 de julho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Busca
Pausa, pousa a mão em minha vida Deita, sê parte de mim, dos meus
Vem, faz-me encontrar meu próprio eu
Vai, eu te busco onde quer que for
Enxurrada que arrasta vidas
Vidas que resgatam outras
Gentes perdidas
Eu quem? Eu onde? Eu por que?
Pensa, senta aqui assim tão bela
Pousa, pássaro belo que és sem asas
Cala, fala em beijos e mãos
Sinais, amarelo, verde, seguir
Tempestade que impede saída
Saída que pede bom tempo
Eu perdido em ti
Eu buscando a ti, em ti, por mim
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quarta-feira, 8 de junho de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Negativo
Ela estava olhando os negativos das fotos,
E isto não podia ser positivo.
Havia inversão das luzes,
Deformação das formas,
Uma séria (des)ilusão.
Ela via a luz convertida em escuridão
Enquanto o breu se convertia em luz.
Um certo contrário, um inverso,
Um prejuízo do lucro do universo;
Um ilusionismo perigoso, se desconhecido.
Estava assolada, sem ver figura real,
Sem saber onde estava a verdade e o surreal.
Pode-se ter tudo distorcido num átimo
E o negativo assim visto
Não é mesmo positivo.
Era preciso preservar as figuras
E ela havia se perdido de vez vendo os negativos.
Perdeu a própria autoimagem,
Perdeu e fez que perdessem
Até mais... viva ilusão.
E isto não podia ser positivo.
Havia inversão das luzes,
Deformação das formas,
Uma séria (des)ilusão.
Ela via a luz convertida em escuridão
Enquanto o breu se convertia em luz.
Um certo contrário, um inverso,
Um prejuízo do lucro do universo;
Um ilusionismo perigoso, se desconhecido.
Estava assolada, sem ver figura real,
Sem saber onde estava a verdade e o surreal.
Pode-se ter tudo distorcido num átimo
E o negativo assim visto
Não é mesmo positivo.
Era preciso preservar as figuras
E ela havia se perdido de vez vendo os negativos.
Perdeu a própria autoimagem,
Perdeu e fez que perdessem
Até mais... viva ilusão.
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
Da omissão
As pessoas se omitem muito diante das coisas mais fúteis, frívolas e absurdas... mas não quero me comprometer afirmando isto.
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Esquecimento
Este mundo, que está passando pelo dito aquecimento global, é um mundo bem "fresco"... Alguém se lembra?
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quarta-feira, 30 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Da geração
E então, onde está a mão que me apoiava,
o olhar que me sustinha,
a voz que me acalmava?
Onde estou eu
sem tudo isso?
Quem sou eu
quando intento tento
me descobrir
naqueles que me geraram?
Quem deixo de ser
quando tento
me (re)inventar
e quem de verdade me torno?
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