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| Imagem: Internet |
do mastro que ostenta a nau
ao navegar,
as velas que conduzem o barco
ao marco
do destino final, afinal é onde
se quer zarpar ao sair do mar,
descer na terra segura,
na secura,
segurança,
começar a andança,
adentrar a mata estreita
ao andar, coordenar os passos,
explorar o novo
sempre novo de novo,
quiça construir algo bom,
ser orientado pelo mestre amado
em cada ato, de fato,
do bom dia à meia-noite,
sem açoite,
em caritas constante no agir,
amando a quem quer que seja
como a si mesmo.

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